quarta-feira, 18 de outubro de 2017

"Nova Era" do socialismo chinês - Partido Comunista da China abre o 19º Congresso Nacional

18/10/2017, Xinhua, Pequim, Li Zhihui, Zhang Zhengfu e Wang Cong, com colaboração de Zuo Wei and Liu Jie










PEQUIM, 18/10 (Xinhua) – O Partido Comunista da China divulgou o "Pensamento sobre Socialismo com Características Chinesas para uma Nova Era" como o mais recente passo na jornada para construir um "grande país socialista moderno", na abertura de seu 19º Congresso Nacional, nessa 4ª-feira.

Falando à sessão inaugural, Xi Jinping delineou uma abordagem em dois passos para se tornar um grande país socialista moderno, depois que a construção de uma sociedade moderadamente próspera em todos os sentidos estiver completada, à altura de 2020.

Russia-gate real tem a ver com derrubar Hillary

17/10/2017, Tom Luongo

Hillary Clinton acabará presa. Anotem o que digo. E Julian Assange é o arquiteto da destruição dela. Como sei disso? Simples. A barragem de contenção já está rachando.







Artigo de hoje cedo em The Hill denuncia sem meias palavras a colusão entre o Departamento de Estado de Hillary e funcionários russos de alto nível, para a venda de grande parte da produção de urânio dos EUA para a Rosatom, a gigante estatal russa de energia nuclear.

O artigo é mortal. Nem consigo extrair trechos, porque tudo é explosivo. É preciso ler na íntegra e pensar sobre a gravidade do que lá se diz.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Por que Trump ficou atômico contra o Irã, por Pepe Escobar

16/10/2017, Pepe Escobar (de Telesur)










Bem quando a opinião pública mundial temia que EUA e RPDC estivessem à beira da guerra nuclear, o novo eixo de tempos do mal (Coreia do Norte, Irã, Venezuela) apronta uma virada dramática na trama: o presidente Trump pôs-se a esbravejar que a verdadeira ameaça é o acordo nuclear com o Irã.

Entra em cena mais uma grave crise internacional nova em folha, tirada do nada e já com mortífero potencial embutido de guerra.

China move-se para mercados mundiais. EUA, para mais guerras, por James Petras

Sucesso da China e recuo latino-americano 


15/10/2017, Prof. James Petras, Global Research (excerto)










Depois de mais de uma década de crescimento e estabilidade, os regimes progressistas latino-americanos recuaram e entraram em declínio. Por que a China continua na mesma trilha de estabilidade e crescimento, enquanto seus parceiros latino-americanos estão em retirada ou já derrotados?

Iraque - Fim do projeto curdo de independência

16/10/2017, Moon of Alabama








Hoje, o governo do Iraque retomou Kirkuk, que estava ocupada por forças curdas. É o fim do projeto curdo de independência no Iraque.

Em 2014, o Estado Islâmico ocupou Mosul. Ao mesmo tempo, o governo regional curdo sob liderança de Masoud Barzani mandou suas tropas Peshmerga para tomarem a cidade de Kirkuk, rica em petróleo, então em mãos de forças do governo central do Iraque que entravam em colapso. Houve alegações plausíveis e algumas evidências (vídeos) de que os curdos teriam feito um acordo com o ISIS e coordenado o movimento.

Em 2016 e 2017 forças iraquianas derrotaram o ISIS em Mosul. Grupos curdos aproveitaram a oportunidade da derrota do ISIS para ocupar mais terras, mesmo não habitadas por população de maioria curda e que não se incluíam na sua região autônoma.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

China comunista suposta não comunista, por Jeff J. Brown



Apesar do que diga o império ocidental sobre a democracia na China, o comunismo está funcionando muito bem na sociedade chinesa. O artigo discute como os avanços socioeconômicos e geopolíticos da China desde 1949 podem ser atribuídos à exclusiva versão chinesa de democracia.








Em meados da década dos 1930s, a China estava dividida por quatro forças que competiam entre elas. Uma, o Exército Vermelho comunista, comandado por Mao Zedong. Outra, os fascistas japoneses e seu Exército Imperial. Uma terceira, os Nacionalistas Guomindang, abreviadamente “KMT” (ing.), e comandados por Chiang Kai-Shek. A quarta força eram todos os colonialistas – imperialistas, claro, que se autopromoviam com o rótulo pretensioso de “Grandes Potências”.

Vladimir Putin: muito além de uma caricatura grosseira - As entrevistas de Putin a Oliver Stone

16.10.2017, Léa Maria Aarão Reis - Conversa Afiada



Resenha da escritora e jornalista Léa Maria Aarão Reis






Quando o apresentador da CBS, Stephen Colbert, entrevistou o cineasta Oliver Stone, há três meses, procurando desqualificá-lo com ironias baratas e criticando-o pela primorosa série de quatro episódios, Putin’s Interviews, que acabava de estrear nos Estados Unidos, a ignorância americana foi desafiada e exposta em um dos seus momentos mais ridículos.

Bastante semelhante ao que ocorre aqui com a audiência controlada dos programas de auditório tipo hulks, faustos, silvios et caterva locais: indivíduos rindo histericamente, sem saber exatamente do que gargalham.

Na ocasião, o respeitado jornalista John Wight escreveu no site Russia Today, na contramão da grosseira caricatura do presidente da Rússia vigente nos Estados Unidos:"Assistir a série de documentários de Oliver Stone sobre Vladimir Putin é absolutamente necessário para que o público ocidental tenha uma visão da visão de quem governa a Rússia, o maior país da Europa, grande potência nuclear e alvo de profundas tensões decorrentes das diferenças geoestratégicas do país e da rivalidade com Washington nos últimos anos."